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São João do Cerrado: o fracasso anunciado após ser arrancado de Ceilândia
São João do Cerrado: o fracasso anunciado após ser arrancado de Ceilândia
Fracasso anunciadoSão João do Cerrado: o fracasso anunciado após ser arrancado de Ceilândia
✍️ Por Carlos Alberto Rodrigues Tabanez
O São João do Cerrado, tradicionalmente realizado em Ceilândia e conhecido como o maior do Centro-Oeste, não coube mais dentro da sua própria casa, mas não por falta de espaço ou acolhimento popular. O que se viu foi o resultado de uma decisão equivocada e autoritária do Governo do Distrito Federal (GDF) e da Secretaria de Cultura, que retiraram à força a festa do coração de Ceilândia e a levaram para o centro da capital, contrariando a vontade da população.

O saldo?
Um verdadeiro fracasso de público. O que antes lotava a cidade e movimentava a economia local, agora se esvaziou em um palco deslocado, sem identidade, sem pertencimento e sem a energia cultural que Ceilândia sempre ofereceu.

Por que mudar?
A grande questão que paira no ar é: Quais os motivos reais dessa mudança?
• Precisavam gastar mais dinheiro?
• Era uma jogada política em ano pré-eleitoral?
• Queriam transformar uma festa popular em um evento elitizado no centro da capital?
O que fica evidente é que a decisão não teve como prioridade a cultura nem a população. O São João do Cerrado nasceu e cresceu em Ceilândia, onde o povo abraçava o evento, gerava renda para pequenos comerciantes, fortalecia a identidade nordestina da cidade e era motivo de orgulho comunitário.
A resposta veio do povo

Se o objetivo do GDF era mostrar poder e transformar a festa em vitrine política, o resultado foi desastroso. O público não compareceu. A população mostrou que quem decide não é o governo, mas o povo. Sem Ceilândia, o São João do Cerrado perde alma, força e identidade.
Comentário de Tabanez
“O que fizeram com o São João do Cerrado foi um ato de desrespeito e de violência contra a cultura de Ceilândia. O secretário de Cultura mostrou incompetência e despreparo mais uma vez ao retirar um evento que é do povo para transformá-lo em palco vazio. O GDF errou ao ignorar a comunidade, inflar gastos e querer usar a festa como vitrine política. Ceilândia não aceita ser tratada assim.”
Carlos Alberto Rodrigues Tabanez
Desrespeito com a cidade
Ceilândia, maior cidade do Distrito Federal, mais uma vez foi vítima do descaso e do preconceito institucional. Tiraram da comunidade a festa que era dela, ignoraram a história, a cultura e o simbolismo de um evento que já se tornara patrimônio afetivo da cidade.
O recado está dado

O GDF precisa entender que não se governa contra a população. A imposição, o desrespeito e o desprezo pela voz do povo não passam despercebidos.
Ano que vem é ano eleitoral, e o recado foi dado: Quem decide é o povo, e Ceilândia não esquece.
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