PF deflagra 3ª fase de operação que apura desvio de recursos públicos


Em nota, a corporação informou que as medidas judiciais, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), estão sendo cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e Minas Gerais, “para coleta e preservação de elementos de prova”.
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Ainda segundo a PF, as investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas “utilizadas para dar aparência de legalidade” à movimentação de recursos públicos.
“Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual”, completou a nota.
Nas fases anteriores da operação, foram identificadas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap).
“A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos”, concluiu a corporação.
Na primeira fase da Operação Galho Fraco, deflagrada em dezembro de 2025, os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ) foram alguns dos alvos, além de funcionários do partido e pessoas próximas aos parlamentares.




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