CABO VITÓRIO
SENTA E RASGA — CADEIRA PODRE RASGA UNIFORME DE BOMBEIRO NO 17º GBM
No quartel de Bombeiros de São Sebastião, a precariedade virou rotina. Servidor tem uniforme rasgado por cadeira destruída enquanto comando desfruta do conforto.
No 17º GBM, até a cadeira vira risco. Mobiliário em estado crítico rasgou o uniforme de um bombeiro durante o expediente — e escancarou o abandono da estrutura.🪑🔥 Uniforme de bombeiro é rasgado por cadeira em estado precário no 17º GBM. Estrutura sucateada escancara o abandono da tropa.
O inimigo, desta vez, não foi o fogo.
Foi a cadeira da própria seção.
No 17º Grupamento de Bombeiro Militar de São Sebastião, a precariedade venceu de novo. Um militar teve o uniforme rasgado durante o serviço por causa da estrutura exposta de uma cadeira velha, abandonada há tanto tempo quanto o respeito pela tropa.



As imagens chocam — não apenas pela cena ridícula, mas pelo que revelam: um sistema podre por dentro. A cadeira é só o símbolo. O problema é maior. Muito maior.
Equipamentos de proteção vencidos.
Viaturas paradas por falta de peça.
Materiais de salvamento remendados.
Bombeiros fazendo vaquinha pra comprar o que o Estado deveria fornecer.
Se for a cadeira, rasga o uniforme.
Se for a viatura, custa a vida.
Enquanto isso, no alto comando do CBMDF, o cenário é outro.
Na sala do comandante, Major Eduardo de Assis Lima, e da subcomandante, Capitão Alice Mourão, falta alguma coisa?
Tem cadeira desconfortável? Ar-condicionado quebrado? Algum rasgo no fardamento?
Lá, nada falta. Nada remenda. Nada rasga.
O contraste é revoltante.
De um lado, praças largados à própria sorte.
Do outro, oficiais cercados de estrutura, conforto e privilégio.
A estrutura que deveria servir à missão virou decoração de gabinete.
E quem salva vidas, mais uma vez, foi jogado pro fundo da fila.




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